UEMG aprova curso de Direito em João Monlevade

Grupo de jovens estudantes segue por um corredor externo de universidade ou escola. Em destaque, uma estudante segura um celular enquanto caminha. A imagem representa a oportunidade de ingresso em uma Graduação gratuita de Direito que será ofertada em João Monlevade. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Graduação gratuita terá 40 vagas noturnas e previsão de início no primeiro semestre de 2027 na unidade da universidade

O Conselho Universitário (Conun) da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) aprovou, na quarta-feira (10), a criação do curso de Bacharelado em Direito na Unidade João Monlevade. A decisão foi tomada durante reunião do órgão máximo deliberativo da instituição e representa a conclusão de um processo de planejamento acadêmico que se estendeu por diferentes instâncias da universidade.

A expectativa é que a nova graduação comece a funcionar no primeiro semestre de 2027, oferecendo 40 vagas no período noturno. Os estudantes interessados poderão concorrer às vagas já no próximo processo seletivo da UEMG, previsto para ocorrer no fim deste ano.

Tramitação envolveu estudos e análises técnicas

A proposta do curso foi desenvolvida por uma comissão instituída pela direção da Unidade Acadêmica de João Monlevade. O grupo responsável pela elaboração do projeto foi composto pelos professores Diogo Luna, Tadeu Henrique, Ariete Pontes e Jussara Cotta.

A aprovação encerra uma série de etapas que incluíram a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), avaliações de viabilidade e discussões em órgãos acadêmicos da instituição.

Antes de chegar ao Conun, a proposta recebeu parecer favorável do Conselho Departamental da Unidade João Monlevade e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Coepe), reforçando a viabilidade da implantação da graduação.

Articulação política contribuiu para aprovação

A criação do curso também contou com interlocução do deputado estadual Tito Torres (PSD) junto ao Governo de Minas Gerais. Segundo o deputado, a iniciativa teve origem em uma demanda apresentada pelo secretário municipal de Planejamento, Fabrício Lopes.

De acordo com o parlamentar, a articulação entre representantes políticos e a universidade foi fundamental para viabilizar o projeto, que amplia a oferta de ensino superior público e gratuito na região.

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