Prefeitura de João Monlevade mantém tarifa do transporte coletivo sem reajuste pelo sexto ano consecutivo. Passagem continua em R$ 4 e R$ 3,80 no Ensconcard
A Prefeitura de João Monlevade decidiu manter, pelo sexto ano seguido, os valores das tarifas do transporte coletivo urbano sem reajuste. A medida foi aprovada durante reunião do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito (CMTT) e oficializada por meio do Decreto nº 122/2026.
Com a decisão, a passagem continua custando R$ 4 para pagamentos em dinheiro e R$ 3,80 para os usuários que utilizam o cartão magnético Ensconcard.
Segundo a administração municipal, a manutenção das tarifas busca reduzir os impactos no orçamento das famílias, beneficiando principalmente trabalhadores, estudantes e demais usuários que dependem diariamente do transporte público.
A política de congelamento dos valores está em vigor desde 2020, quando foi adotada em meio à pandemia da Covid-19. Desde então, o município optou por absorver os efeitos do aumento dos custos operacionais e da inflação, sem repassar esses reajustes aos passageiros.
Além da manutenção da tarifa, a Prefeitura destaca a continuidade do programa Tarifa Zero nas linhas sociais 42 e 43, implantado em 2022. A iniciativa garante gratuidade no transporte para centenas de usuários diariamente, ampliando o acesso da população a serviços essenciais.
O prefeito, Dr. Laércio Ribeiro (PT), afirmou que a decisão reforça o compromisso da gestão com a população. “Sabemos que o transporte coletivo é essencial para a rotina de muitas pessoas. Manter a tarifa sem aumento pelo sexto ano consecutivo é uma medida de responsabilidade social e de respeito com os trabalhadores, estudantes e todos aqueles que dependem do ônibus para se deslocar. Nosso compromisso é continuar buscando alternativas que garantam qualidade no serviço e aliviem o orçamento das famílias monlevadenses”, ressaltou o prefeito.
A vice-prefeita, Dorinha Machado (MDB), também ressaltou os efeitos da medida na economia das famílias. “Manter a tarifa congelada é uma forma de cuidar das pessoas e de contribuir diretamente com o orçamento de milhares de trabalhadores que utilizam o transporte coletivo diariamente”, afirmou.
