Negociação sobre jornada de 12 horas na ArcelorMittal entra em nova fase; Sindicato aponta cláusulas consideradas prejudiciais

Imagem panorâmica da ArcelorMittal Monlevade, em João Monlevade (MG), mostrando as instalações da usina siderúrgica, chaminés, estruturas industriais, via de acesso e linha férrea em primeiro plano, com áreas de vegetação ao redor. Foto: divulgação

Entidade que representa trabalhadores da ArcelorMittal aponta cláusulas consideradas prejudiciais e prepara contraproposta para dar continuidade às negociações

O Sindicato dos Metalúrgicos de João Monlevade (Sindmon-Metal) informou, na tarde dessa sexta-feira (29), que as negociações com a ArcelorMittal sobre a possível implantação da jornada de 12 horas seguem em andamento, mas a minuta de acordo apresentada pela empresa não deve ser aceita em sua forma atual.

Segundo comunicado divulgado pela entidade, o documento entregue pela empresa durante a mais recente rodada de negociações contém cláusulas que serão analisadas pela diretoria e pela assessoria jurídica do sindicato antes da apresentação de uma contraproposta.

Avaliação preliminar aponta necessidade de mudanças

De acordo com o Sindmon-Metal, uma análise inicial identificou que diversas condições previstas na minuta são consideradas menos favoráveis aos trabalhadores do que aquelas adotadas em outras unidades da própria ArcelorMittal onde o modelo de jornada já está em vigor.

Diante desse cenário, o sindicato afirmou que pretende reformular a proposta, incorporando reivindicações aprovadas pela categoria e cláusulas consideradas essenciais para garantir direitos e condições adequadas aos empregados.

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